quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014



"Sangue Ruim foi uma experiência muito diferente. Fiquei impressionado com a história, a invenção, a poesia, a intensidade dos personagens, e, ao mesmo tempo, eu me dizia: "Terei de aprender a saltar de paraquedas, andar de moto, correr sem parar" — logo eu, que odeio correr. Havia exigências físicas e sentimentais enormes, pensava que não conseguiria passar por todas essas provas.

No roteiro, a cena era descrita em apenas uma frase, algo tipo "Alex sai da loja, curva-se de dor, segura a barriga e começa a correr de forma cada vez mais desequilibrada e acrobática". Leos já havia observado minhas capacidades de acrobata e bailarino, minha expressão corporal do teatro de rua, e levou isso longe. Comecei improvisando num estacionamento junto com Jean-Yves Escoffier, e depois estruturei o que havia feito com a coreógrafa Christine Burgos."

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