sábado, 10 de março de 2012


"Pelo seu misto de esteticismo e realismo, pelo seu lirismo ancorado no quotidiano, pelo seu poder de subversão, Jean Vigo afirmou-se, ainda muito jovem, como um dos grandes poetas da sétima arte: o Rimbaud da tela."

"Este equilíbrio de todos os elementos do drama visual no acolhimento terno de uma aceitação total (...) este quadro tão límpido, tão desprovido de emplastros e de pompa, clássico em suma, [constitui] o próprio espirito da obra de Jean Vigo, atormentado, febril, fervilhado de idéias e de fantasia conturbada, de um romantismo virulento ou mesmo demoníaco, ainda que constantemente humano."

Élie Faure

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