quinta-feira, 18 de agosto de 2011


“Os atores, em geral pouco conhecidos, revelam [no telefilme] uma naturalidade e uma originalidade que buscamos em vão na média da produção francesa. A televisão parece ter melhor retido a lição da Nouvelle Vague que o cinema profissional, onde se manifesta cada vez mais um retorno com força da tradição da qualidade. O Raio Verde tem o porte de um telefilme de pequeno orçamento, onde tudo é centrado sobre os atores e posto em obra para fazer passar a história, o diálogo e o jogo dos corpos, dos rostos e das vozes.”

Éric Rohmer

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