quarta-feira, 14 de abril de 2010


Entrevista com Monte Hellman

Sobre toda a sua obra:

“Estou muito mais interessado em imitar a vida, do que imitar os outros filmes.”


Two-Lane Blacktop:

“Eu era duramente pressionado para encontrar um roteiro. Minha natureza é contar histórias e eu realmente não sabia o que a história era, mas eu achei fascinante, por algum motivo. Eu acho que sou um documentarista frustrado. Assim que eu entro em um filme que é sobre um grupo de pessoas, como este era, eu capto apenas a realidade.”

“De onde surge, qual é a força motriz do filme? Não sei.”

“Os nomes são mais usados em roteiros e filmes do que na vida real. Se você vive com alguém, pode passar dias sem dizer seu nome e apenas continuar com a conversa. Então preferi não dar nome aos personagens.”

Warren Oates

“Oates sempre fez parte do meu meio, por isso foi a minha primeira escolha. (…) Com ele no papel de GTO, o personagem era muito maior do que a vida, enquanto os outros eram realmente a vida apenas. (…) Existia um coisa misteriosa em cima dele. Ele é alguém que não revela tudo no primeiro instante em que você o encontra. Havia sempre algo a mais que ele deixava para depois.”

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